sábado, 9 de novembro de 2019
CRÔNICA DE UM ATO OU GAME OVER
...E aí me vi nua. Preservada em pleno corpo físico, em todo sólido e todo líquido. Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto em cheiro, em sombra, em luz ...
Frente ao homem nu com seu membro ereto, grande, apontado para mim. Em segundos, éramos um, não dois. Num impulso joguei-o na cama. Lambia seus mamilos, já descendo lentamente com a língua pelo seu corpo. O trajeto fiz de olhos fechados, sabendo quem era num mosaico de fragmentos: uma foto, um vídeo, uma palavra, uma qualquer coisa. E sorvi todo seu membro em minha boca, passando lentamente a língua num vai e vem entre a cabeça e as bolas, mexendo lentamente com os dedos. Era o membro do homem que estava ali e vez ou outra era a mão e o braço com uma pulseira segurando minha cabeça para que eu não parasse nunca mais. O instinto do homem me fez ficar de quatro num instante. E me deixei ficar toda submissa. Meu tronco se deitou todo na cama, enquanto os braços seguravam na cabeceira. Meu quadril ficou ereto numa contradição biológica: uma bunda enorme com uma calcinha branca minúscula desaparecendo nela e cobrindo uma vulva menor ainda. O homem segurava com suas mãos grandes o quadril enquanto aos poucos adentrava nela tão apertadinha, fazendo o desejo aumentar. Ela estava molhada, muito molhada e não foi difícil escorregar aos poucos para dentro dela.
Ficamos assim, eu já estava quase no céu, quando ele me vira e me põe deitada de frente e fica por alguns segundos me observando. Meus seios com o bico ereto, denunciam a fêmea no cio. De olhos fechados ainda, sei que ele me olha .... e sem pensar muito deixa-se cair todo sobre mim, mas eu aguento o peso,eu sempre aguento. E seu membro volta pra "casa" quentinha ainda, "ela" já está pedindo por ele num frenesi constante. E num instinto animalesco ergo meu quadril e vou ao encontro do seu membro que termina por entrar todinho e por ser tão pequena, não há possibilidade dele sair, pois minha musculatura não permite, somente o vaivém necessário. E é só desejo, paixão e gozo, nada mais ali. Ele me beija ardentemente na boca, nos seios e no pescoço. Sinto sua barba. Ah ... a barba ... começo a gozar inteira, como se todo meu desejo contido por dias, viesse à tona e ele sabe, ele sente e diz: "Goza gostosa". E eu o obedeço. No meio da noite escura, o macho-alfa solta um grito de prazer e agora, qual um gatinho carente suspirando fundo cai ao meu lado e me abraça. Espero somente o tempo necessário para voltar meus batimentos cardíacos e ainda gozada suada, levanto-me num salto e começo a me vestir. Nosso olhar se encontra e tenho a impressão que ele sabe que é a última vez.
ESCRITO A DUAS MÃOS
Não nos contivemos só com aquela janta maravilhosa, tinha que ter a sobremesa, a melhor parte de todas, nossos corpos se amando de tal forma que a explicação já não tinha mais razão.
Quanto mais nos tocávamos, mais excitados ficávamos ali juntos. A cada penetração sentia a sua vulva mais quente, ardia de certa forma pelo calor que ali estava. E quanto mais se movimentava, mais tesão nos dava, pois seu corpo estava mais quente que o meu, sensível.
Ela por vez com sua boca de veludo, macia e comportada fazia somente o melhor oral de todos, subia com seus seios duros e pontudos passando pelo meu corpo, minhas mãos não se contentava em somente ficar paradas e se deslizavam em seu corpo nu, formosa, deliciosa ...
Quanto mais ele me tocava, mais excitava eu ficava e ele também. A cada penetração, sentia seu membro mais duro e sua glande fervendo ... quanto mais ele se movimentava em cima de mim e eu embaixo dele, o tesão nos tomava conta. Não se sabia qual corpo pegava mais fogo ... Senti um desejo enorme de aproximar meus lábios macios no seu membro e sorvê-lo inteiro. Suas mãos grandes perpassavam com astúcia pelo meu corpo.
Já na altura da minha boca, seus seios me deliciavam, eu lambia e dava pequenas mordidas em sua volta, enquanto sua pequena e molhada buceta se encaixava certinho em meu pênis que pulsava de tesão por ela, naquele momento de sobe e desce acompanhado das pegadas fortes e gemidos.
Já na altura de sua boca, aproximei meus seios para que ele pudesse lambê-los e dar pequenas mordidas, enquanto isso minha buceta, cada vez mais quente e molhada ia se encaixando no seu membro, ambos órgãos sexuais pulsando de tesão, subindo e descendo, enquanto nossas mãos tocavam nossos corpos com força e paixão.
Já eu, Fernão Dias, por minha vez, quase não aguentava mais por tanta excitação que estava e, por um segundo de pensamento em que queria ela por baixo, em instantes, a frequencia de nossas mentes se alinhavam e ela por sua vez foi se deitando para receber todo meu membro que entrava já com facilidade por sua vulva molhada, pois cada pegada e penetrada não era comum, era algo para se viver há muito tempo. Tempo esse que sentia seu corpo em delírio e devoção ao pecado. A luz baixa do seu abajur nos fez gozar desvairadamente bem gostoso numa sincronia de gemidos.
Eu, Mademoiselle Catarina, por minha vez, estava entrando em transe pela excitação. Adivinhando seus pensamentos me postei embaixo dele para receber seu membro na minha buceta quentinha e molhada. A cada entrada e saída sabíamos não ser só isso, mas um ato esperado há muito tempo, sem moralismos nem culpas. Um tempo kairós, fora do tempo khronos, banhado pela luz baixa e azul do meu abajur no exato momento em que o gozo se fez presente e real, nos dando a certeza de que nunca partiríamos um do outro.
Pegamos no sono, meu sonho parecia que já tinha passado, pensando que era com ela, mas não era um sonho era realidade. O sonho foi uma extensão de tudo que tínhamos passado.
Adormeci ao seu lado. Geralmente no sonho encontramos o prazer que a realidade não nos permite, mas dessa vez, o prazer foi real, ele era real e o sonho foi uma continuidade de nossas vidas, de nosso prazer.
Me acordo, vejo que não tem ninguém, mas escuto ruídos na cozinha, já se passava das dez da manhã do dia seguinte, minha Mademoiselle chega, toda gostosa, somente com a parte de baixo coberta e os seios ao ar livre. Que linda estava ela com seu corpo desnudo, andando pela casa, forma mais gostosa de se ver.
Acordei um pouco mais cedo na minha casa de sempre, como faço todos os dias, só que desta vez, olhei para o lado e lembrei que não foi só sonho. Ele estava ali. Levantei com as pontas dos pés e meti um hobby às pressas, deixando sem querer meus seios à mostra. Alcancei a cozinha e iniciei o café. Voltei para o quarto para ver o homem nu deitado me olhando com desejo, eu por ele e ele por mim.
Que noite. Por mim poderia parar o tempo, para ter mais tempo para nós. Noite essa em que a cama nos denunciava por nossos movimentos fortes e insanos.
Me embriago toda noite pra sonhar com ela em meus braços outra vez. Quero ela aqui comigo, flamejando todo seu suor e fogo nas entranhas em que dois seres se amam pela eternidade.
O DESEJO DA BRUXA
Diz a lenda que as bruxas da região de Coqueiros queriam fazer uma linda festa e o local para o encontro seria a praia do Itaguaçu, em Florianópolis. Todos seriam convidados, os lobisomens, os vampiros e as mulas-sem-cabeça. Os mitos indígenas também compareceram, entre eles estavam os curupiras, os caiporas, os boitatás, e muitos outros.
Em assembléia, as bruxas decidiram não convidar o diabo. A orgia se desenrolava, quando surge de surpresa o diabo que entre raios e trovões, raivosamente irritado pela atitude marginalizante das bruxas, as castiga, transformando-as em pedras grandes, que até hoje flutuam nas águas do mar do Itaguaçu. Daí o nome do lugar na língua indígena: ITA = Pedra + GUAÇU = Grande. Essa seria a parte da lenda que todos conhecem, mas outras histórias podem sempre surgir por quem passa pelas pedras e é tocado por elas...
Como se sabe, as mulheres consideradas bruxas foram também as prostitutas, as desquitadas, as que mexiam com ervas e chás, as que se negavam casar, as que se deitavam com vários homens. Assim, muitas foram queimadas nas fogueiras da Inquisição. Há quem diga, que quem se aproxima das pedras, que antes bruxas, seu poder se apodera da mulher....
E assim foi. Era um dia de semana comum, por um erro do trajeto, paramos lá. O local era ideal para quem não conhece nada da Ilha. Nos beijamos calorosamente e resolvemos descer as pedras e adentrar mais para dentro da praia. O leve ar da noite, o barulho do mar e a vista noturna por si só, já causa um calafrio na espinha e, por assim dizer, também desejos ocultos que nos move a séculos. Nos beijamos e a bruxa surgiu por detrás das pedras. Eu sabia que era ela, mas também era eu. O desejo reinava por toda a orla. O meu desejo era o mesmo desejo contido de todas as pedras, antes bruxas, antes mulheres. E eu deixei que o ritual acontecesse. Um tempo mais e entrelaçamos nossos corpos em outras pedras maiores ainda. Em pé e sem hesitar, fui me posicionando na altura desejada para o membro adentrar a bucetinha quente. E ele alcançou-a, tão molhada quanto o mar atrás de nós. Senti seu membro todo, entrando sutil e firme na bucetinha quente que o recebia desejosa. Os primeiros movimentos foram de reconhecimento do território, o pau entrava e saía de uma buceta apertadinha que se abria aos poucos de tanto prazer. Deixei-me cair na pedra atrás de mim, era a bruxa que me segurava e dizia: "vai, continua" e tive ímpeto de puxá-lo para mais perto, afim que pudesse socar de uma só vez, mas não precisou, ele foi sozinho, por conta própria e me alcançou toda, metendo até o final e quando seu membro saiu, quase disse: "não! volta ...", todas as bruxas ali me ouviram, tenho certeza e, de uma só vez, lamentavam o ato e voavam para longe deixando só as pedras e o desejo ainda contido em toda sua essência. De todo o ritual, eu só sabia de uma coisa, que não seria a última vez ... o feitiço tava feito, não se sabe até quando ... mas enquanto o desejo e a vontade permanecer, a bruxa estará lá, eu estarei lá sedenta por mais. Me impulsionando em outras posições, em outros movimentos do quadril, acondicionando Ele da maneira mais confortável, mexendo devagar até jorrar de tanto prazer. Essas bruxas....
Em assembléia, as bruxas decidiram não convidar o diabo. A orgia se desenrolava, quando surge de surpresa o diabo que entre raios e trovões, raivosamente irritado pela atitude marginalizante das bruxas, as castiga, transformando-as em pedras grandes, que até hoje flutuam nas águas do mar do Itaguaçu. Daí o nome do lugar na língua indígena: ITA = Pedra + GUAÇU = Grande. Essa seria a parte da lenda que todos conhecem, mas outras histórias podem sempre surgir por quem passa pelas pedras e é tocado por elas...
Como se sabe, as mulheres consideradas bruxas foram também as prostitutas, as desquitadas, as que mexiam com ervas e chás, as que se negavam casar, as que se deitavam com vários homens. Assim, muitas foram queimadas nas fogueiras da Inquisição. Há quem diga, que quem se aproxima das pedras, que antes bruxas, seu poder se apodera da mulher....
E assim foi. Era um dia de semana comum, por um erro do trajeto, paramos lá. O local era ideal para quem não conhece nada da Ilha. Nos beijamos calorosamente e resolvemos descer as pedras e adentrar mais para dentro da praia. O leve ar da noite, o barulho do mar e a vista noturna por si só, já causa um calafrio na espinha e, por assim dizer, também desejos ocultos que nos move a séculos. Nos beijamos e a bruxa surgiu por detrás das pedras. Eu sabia que era ela, mas também era eu. O desejo reinava por toda a orla. O meu desejo era o mesmo desejo contido de todas as pedras, antes bruxas, antes mulheres. E eu deixei que o ritual acontecesse. Um tempo mais e entrelaçamos nossos corpos em outras pedras maiores ainda. Em pé e sem hesitar, fui me posicionando na altura desejada para o membro adentrar a bucetinha quente. E ele alcançou-a, tão molhada quanto o mar atrás de nós. Senti seu membro todo, entrando sutil e firme na bucetinha quente que o recebia desejosa. Os primeiros movimentos foram de reconhecimento do território, o pau entrava e saía de uma buceta apertadinha que se abria aos poucos de tanto prazer. Deixei-me cair na pedra atrás de mim, era a bruxa que me segurava e dizia: "vai, continua" e tive ímpeto de puxá-lo para mais perto, afim que pudesse socar de uma só vez, mas não precisou, ele foi sozinho, por conta própria e me alcançou toda, metendo até o final e quando seu membro saiu, quase disse: "não! volta ...", todas as bruxas ali me ouviram, tenho certeza e, de uma só vez, lamentavam o ato e voavam para longe deixando só as pedras e o desejo ainda contido em toda sua essência. De todo o ritual, eu só sabia de uma coisa, que não seria a última vez ... o feitiço tava feito, não se sabe até quando ... mas enquanto o desejo e a vontade permanecer, a bruxa estará lá, eu estarei lá sedenta por mais. Me impulsionando em outras posições, em outros movimentos do quadril, acondicionando Ele da maneira mais confortável, mexendo devagar até jorrar de tanto prazer. Essas bruxas....
NÃO HÁ ESPAÇO PARA PADRÕES ESTÉTICOS E LINGUISTICOS
Esperei o dia chegar. Sabia desde o início onde esta história iria acabar. Sempre soube. É mais forte do que eu, do que nós talvez. De minha parte, posso dizer porque sei muito mais de mim do que dele, o desejo sempre ficou acima da razão. De modo que se eu parar para pensar em termos lógicos, eu não o faria, não deitaria ao seu lado, nem em cima, nem embaixo dele. Porém, é sempre um ato impensado, movido pelo desejo simplesmente. E por esse movimento é que me preparei em termos de roupa, cabelo, unha, calcinha, essas coisas todas que toda mulher pensa sempre. É um ato de acasalamento em que a fêmea se prepara e ao primeiro movimento de aproximação de outra fêmea, me armo, porque agora sou onça e ninguém invade meu espaço.
Me senti já naquela semana meio fora de mim, pensando no ato em si: em tirar a roupa, tirar a sua, deitar-me inteira e total e senti-lo inteiro, em corpo e mente. Um corpo monocromático. Ele, o preto, eu a branquela. A diferença fundida. Tão distante e tão perto. Tão diferente e tão igual. Que importa isso? Talvez nada, talvez tudo. Mas só de pensar, eu ficava molhada. E sempre foi assim. Eu sempre fui apertada, mas tenho só vontade de dizer "me coma", é um impulso que não consigo resistir. Ter seu falo em minha boca, indo e vindo, sentindo-o crescendo a cada chupada e passada de língua, causa-me quase mais tesão do que nele. Sentir o seu cheiro e meu cheiro junto faz com que eu saía de lá, sentindo o cheiro ainda no caminho quando vou embora.
Eu me sinto mais mulher quando estou com ele, mulher é cheia de vaidade e eu não sou diferente. Mas seu corpo no meu e eu no dele, não há espaço para moralismos e julgamentos, tampouco para a militância da beleza imposta por padrões culturais. Gosto de gozar com ele e pensando nele faço-o sempre em casa, me masturbo imaginando muitas coisas, imaginando o falo dele grosso, cheio de veias pulsando dentro de mim. Me coma, enfia seu pau na minha buceta ... nessa hora, não há espaço para padrões linguísticos adequados. Eu gosto sim é que me coma e pronto.
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
A volúpia da espada
Todo o cenário parecia Idade Média. Eu estava sozinha, mas pertencia àquele lugar de alguma forma, como se vivesse em uma comunidade ou tribo por ali. Por algum motivo, não sei bem ao certo me sentia em fogo e procurei o rio. Em meus sonhos era um grande rio com umas pedras na parte mais baixa, onde após tentar aplacar a chama que subia por entre minhas pernas, deitei sem calcinha, trajando somente um vestidinho curto. Ele estava molhado ainda e me esparramava na pedra, me sentindo no cio, afim de que o sol se apoderasse de mim por inteira, como um homem. Ao redor, tudo mato. De repente ouço passos de um cavalo nas folhas secas. Era um homem, parecia ser um militar, pois trajava uma farda azul marinho. Por alguns instantes me senti em pânico, e entrei numa espécie de pesadelo, mas logo distingui sua face e sua barba. Era um rosto familiar. Nos olhamos e saquei que estava ali há algum tempo me observando por entre as árvores e esse suspeitar só me deixou mais excitada. Eu era o próprio sol agora, emitia calor vindo do meio das pernas. Sem muita cerimônia o militar desceu do cavalo, que relinchava ainda, e foi se aproximando a passos lentos. Considerei nessa hora duas possibilidades: já nos conhecíamos e eu já estaria lhe esperando ou foi um encontro ao acaso. Prefiro este último, é mais excitante. Vamos aos fatos.
O militar desembainhou a espada e com ela muito afiada, ofuscando o sol, abriu de uma só vez o vestido, deixando à mostra meus seios redondos e empinados. Não dissemos uma palavra e num impulso tirou o casaco pesado com várias medalhas que não consegui identificar. Ficou só de camisa branca, mas ostentava por baixo dela o peitoril largo e algumas marcas da guerra, parecia por ora que o conhecia do mundo atual, mas caí no abismo do sonho, puxada pelo jorro de desejo enquanto o militar se esfregava sobre a vulva, de modo que eu pudesse sentir seu membro ainda dentro das calças. Nos beijávamos e nossas línguas se entrelaçavam febris, vez por outra roçava a barba pelo meu pescoço e descia até os mamilos sugando-os com sofreguidão. Enquanto isso, fui ajudando-o a baixar o zíper e descer a calça, deixando totalmente à mostra seu órgão erétil e copulador, deliciosamente macio e comprido o suficiente em minhas mãos pequenas que percorria da glande às bolas, freneticamente suave e em contínuo movimento, como que a masturbá-lo. O som era somente da água que escorria e misturava-se ao suor dos nossos corpos enquanto me contorcia pela volúpia. Já não podia mais de tanta excitação, minhas pernas abertas anunciavam que estava pronta para recebê-lo. Fui me posicionando na altura desejada, como quem prepara o alvo para ser penetrada. Só que não fui capaz de esperar, me adiantei e subi meu quadril até alcançá-lo e introduzi-o na gruta quente que o recebia desejosa. Os primeiros movimentos foram de reconhecimento do território, ele entrava e saía sem cerimônia. Enredei-o com minhas pernas sobre seu quadril e puxei-o o mais que pude para que entrasse de uma só vez, não aguentava mais esperar e agora olhando nos olhos disse-lhe: "me possua' e foi de uma só vez até retornar para voltar em seguida, como uma espada que se enfiava dentro de mim. Perdi as contas de quantas vezes, quis que não terminasse jamais e entre uma seqüência e outra coloquei-o embaixo de mim segurando seus braços ao lado e acima da cabeça para que o Sr. Militar não pudesse sair, era eu quem dava a velocidade do movimento. Devagar no início, num vaivém contínuo, deslizava aos poucos até que sorvi-o por inteiro. O orgasmo veio como um trovão a cada cavalgada. Num impulso brusco o Militar me dominou e me colocou embaixo dele me segurando pelos pulsos e me fez gozar novamente. Um grito ecoou pela floresta inteira, senti todo o líquido quente como vindo de uma mangueira que se alastrava por toda a vulva, enquanto o membro ainda ereto não parava de adentrar na gruta ensopada. Caiu por cima de mim ofegante e continuou a me beijar. Perdi a noção do tempo, do sonho e da realidade .... acordei ainda sentindo-o dentro de mim, meio assustada. Recuperei o fôlego, reconheci que era um sonho, sorri satisfeita e voltei a dormir.
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